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Os filmes da minha vida

Adoro cinema e há filmes que nos marcam para a vida. Aqui vão alguns que ficaram na minha memória e fazem parte da minha história. Se calhar estou a esquecer-me de alguns, mas se assim for, já tenho uma boa desculpa para voltar ao tema.

“E tudo o vento levou”

De Victor Fleming. Talvez o filme que me fez apaixonar por cinema. Vi-o ainda novinha e, muitas vezes, o revi ao longo da minha vida. Sei diálogos de cor. São inesquecíveis a Scarlett O’Hara e o Rett Butler: duas personagens que me ficaram na memória talvez pelo castingperfeito. Na vida real, Vivien Leigh e Clark Gable. Um total de quatro óscares, entre os quais o de Melhor Filme e o de Melhor Atriz Secundária: Hattie McDaniel, a primeira afroamericana a ganhar a estatueta.

“2001 Odisseia no Espaço

Obra prima de Stanley Kubrick (direção e produção), a partir de um livro de Arthur C. Clarke. O filme levanta questões sem nunca fornecer respostas e acho que essa era a intenção. A partir daí levantaram-se inúmeras teorias e debates. 

“1900”

De Bernardo Bertolucci. Um filme de quatro horas que relata cerca de 70 anos da História política e social de Itália, tendo sempre presente a luta entre a aristocracia e o povo. Robert de Niro e Gérard Depardieu nos principais papéis, assim como Burt Lancaster, Dominique Sanda e Donald Sutherland. Música sublime de Enio Morricone.

Manhattan

Quanto a mim o melhor filme de Woody Allen ,de quem sou fã número 1. Através de relações amorosas, de encontros e desencontros, ele vai-nos mostrando uma Nova Iorque ao som de Gershwin. Woody Allen no seu melhor! 

“Era uma vez na América”

De Sergio Leone. Também com música inesquecível desse génio Enio Morricone. A história dos Estados Unidos durante cinco décadas, através da vida de quatro amigos, entre os quais a vida se encarrega de pôr a amizade e a lealdade em causa. Reconstituição de época minuciosa e grandes atores. 

“Babel”

De Alexandro Gonzalez Iñarritu. Quatro realidades que se vão interligando. Mostra-nos como as nossas ações podem influenciar e refletir-se nos outros, mesmo que vivamos em vários pontos do mundo. Foca ainda o preconceito, a emigração ilegal, o racismo, a sexualidade e o terrorismo. É um filme que provoca uma profunda reflexão sobre a multiculturalidade, a repressão e o mundo global.

“Roma”

Dirigido, escrito, produzido e pós-produzido pelo mexicano Alfonso Cuarón. Um filme de mulheres. Sobre a solidão das mulheres independentemente da sua condição social. É uma obra intimista e para mim, do ponto de vista técnico, trata-se de cinema em estado puro.

  • Reply
    Teresa
    14 de Junho, 2019 at 13:43

    São tantos. Para tão poucas pipocas 😉
    Acho que cada década tem aquele filme que é como um abraço apertado que fica pelas décadas, e vida, que se seguirão. E já cheguei áquela altura da vida em que esses abraços/vivências/gentes começam a festejar; então de quando em vez alguém diz que se celebram 20/25/30 anos dessa produção e de repente BATE que te lembras de quando ele entrou para a tua vida. É uma excelente sensação. Vencemos. Resistimos, Vivemos 🌹
    “Roma” está na lista para ver. Com a sua sugestão acho que me atrevo este fim de semana 🙂
    Bom fim de semana!

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